Essa palavra medo que vem do latim "metu" é um mal que assola a humanidade desde os primórdios. Existe metu de viajar, elevador, novidades, sair de casa, ser assaltado, bater o carro, e entre outros, de doença. E é esse último exemplo que se chama Hipocondria.
O que caracteriza a Hipocondria: medo de estar doente. As pessoas acometidas por este distúrbio geralmente confundem e associam sintomas comuns e sensações normais à gravidade. Um simples aparecimento de manchas na pele ou barulhos normais da digestão parece um perigo constante.
Uma outra característica desse portador é não acreditar nos diagnósticos do médico ou de exames. Ela sempre saí com dúvidas do consultório. Além disso, ela tem um medo muito grande de morrer, associada a uma doença grave, que confia que tem e se auto-observa o tempo inteiro.
O diagnóstico de hipocondria geralmente é efetuado quando uma pessoa saudável vai a um médico, dizendo que tem sintomas graves, e este faz toda uma avaliação, exames e confirma que tudo aquilo que ela disse é exagero. Mesmo assim esse paciente não reage e persiste durante anos com essa "cisma".
Em alguns casos a pessoa desenvolve a doença, pois teve algo bastante grave no passado, principalmente na infância. Ela acomete todas as idades, tanto homens quanto mulheres.
Além da hipocondria, a pessoa tende a desenvolver depressão, ansiedade e transtorno obsessivo-compulsivo (TOC).
Como tratar?
Esse é o nó da questão, pois esse paciente não vê solução para os sintomas que acreditar ter.
E não admite que tenha um problema psiquiátrico e não clínico. Geralmente a melhor forma de tratar o hipocondríaco é a consulta com um psiquiatra, não deixando de lado o clínico. Serão aplicados antidepressivos, ou dependendo do caso, uma terapia.
O que agrava é que de tanto ele se preocupar com sintomas leves deixa de viver feliz e acaba criando uma doença grave de verdade.
Fonte:
pt.wikipedia.org
www.infoescola.com
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